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Olá, chamo-me
Ana Félix e sou
psicóloga clínica.

Sou filha da Cidália e do José, irmã do Gonçalo, tia e madrinha do Tomás e tia da Beni (amo estes meninos com toda a minha força). Sou de Aveiro, nascida e criada, mas sou uma grande amante da cidade do Porto, onde vivi apenas um ano da minha vida e onde tenho grandes amigos do coração.

Sou psicóloga clínica
e trabalho com o meu
irmão
na clínica dele.

Melhor equipa não podia haver, ele cuida do corpo e eu da mente… Podia ser melhor? (nem se atrevam ahah)

Esta equipa maravilhosamente incrível que está ao meu lado faz quase toda parte da clínica dele, a não ser os colegas que só fazem consulta online.

Ana Félix, especialista em Psicologia Clínica e da Saúde, fundadora da Ana Félix Psicologia em Aveiro

A psicologia surgiu na minha vida aos 13/14 anos, altura em que estava a passar por um momento muito complexo da minha vida – é provável que também tenha sido uma fase estranha para ti.

Costumo chamar-lhe a idade da parvalheira, mas na verdade é a época da «sofradeira» (neologismos à Ana Félix). É nesta idade que parece que o mundo cai aos nossos pés, que os nossos traumas ganham uma dimensão palpável e consciente e foi isso que me aconteceu… e o meu mundo ruiu. Comecei a ter consultas de psicologia e pedopsiquiatria.

Estava completamente deprimida e atualmente ela é a minha melhor amiga.

Apresento-vos as minhas amigasIlustração de uma pessoa com a cabeça envolta num emaranhado de linhasAna Félix a preto e branco, com as mãos na cabeça e uma expressão intensaDepressãoIlustração de uma pessoa com a cabeça envolta num emaranhado de linhaseBorderline,Ana Félix a preto e branco, com as mãos na cabeça e uma expressão intensaprazer.Andamossempredemãosdadas,algunsaltose baixos,tal como tu, mas aqui sou euAna Félix, psicóloga clínica, a sorrir com a cabeça apoiada na mãoque mandoAna Félix ao pôr do sol, a fazer o sinal de rock com a mãoAna Félix ao pôr do sol, a fazer um gesto provocador com a mãoe elas sabem.

Amigas amigas, negócios à parte. Elas têm o tempo delas quando eu permito e quando eu falho, porque também falho e está tudo bem, mas continuo a ser eu a mandar e elas sabem!

Mas bem, foi no lugar de cliente que percebi que «uau eu não quero que ninguém passe por esta merda». Pobre Ana, estava tão iludida, mas ainda bem que se iludiu. Seguiu aquilo para o qual eu acho que fui feita e tinha tudo para dar errado. Estive anos muito mal, estive muito medicada, a minha mãe andou desesperada à procura de tudo para me ajudar, e eu não melhorava (hoje eu sei porquê). Só para teres noção eu fui a bruxos, a mediuns, a naturopatas, imensas terapias holísticas além das convencionais, sou uma conhecedora destas casas todas e pensei que nunca chegaria a realizar a «promessa» da Ana de 14 anos.

A minha psicóloga incrível (fun fact ainda é a minha psicóloga de hoje) disse-me, anos depois, que com a medicação que eu fazia era muito provável que eu não conseguisse tirar um curso superior. Acredito nela… a minha média de 10º ano foi de 10 ou 11 valores, à rasca. O secundário foi um teste de fogo! Eu não sei como aconteceu… Entrei em ciências e tecnologias, porque não me fazia sentido nenhum outro curso e eu queria saúde. Queria seguir os passos do meu irmão, ídolo by the way, e queria ir para a escola que na altura era a considerada a mais exigente de Aveiro (Çalo não podias ter escolhido outra?). 

Eu era estranha…
Podem rir!

Eu era Emo e estava em ciências… emo – ciências. Percebes? Não conjuga. Ainda tentaram gozar comigo, mas não tiveram sorte porque eu já era isto… eu já gozava comigo e não queria saber da opinião deles. Criei, até com essa malta, amizades incríveis e foram os melhores anos da minha vida. Eu tinha a alcunha de «Lost» por ser tão distraída e ainda o sou 😆

A minha mãe confiava em mim e dava-me muita liberdade, então foi incrível. Eu saía imenso, eu fumava na altura e contei-lhe porque não queria esconder, ela sabia de tudo e isso era maravilhoso. Nesta altura, bebi, fumei (sim, mas nada de cenas de abuso, só experiência tá?), passeei com amigos e conheci o Porto (ai se fosse hoje), fui até à UA e rapei o cabelo dos lados… WHAT? Sempre fui fora da caixa, mas sempre responsável e, principalmente, sempre com respeito e defesa do outro.

Os anos do secundário iam passando, fui representante dos alunos da escola por 2 anos, de cabelo às cores com o diretor e professores nas reuniões. As minhas notas subiram imenso, ao ponto de ter entrado no curso que queria e onde queria. 

Quando fiz a candidatura só meti Aveiro e Minho. Eu só queria Psicologia Experimental.

Estava a trabalhar (comecei a trabalhar no verão e fins de semana aos 14 anos) quando recebi o email e achei que era mentira. Tive de pedir à minha tia para ler o email para ver se estava correto. Que loucura!!!! Estava!!!!

Fiz o curso e quando saí, 6 anos depois, – sim… hoje costumo dizer que universidade pressupõe chumbar a uma cadeira e eu tive de ficar mais um ano por causa da tese e tudo bem – fui para o Brasil fazer um projeto de voluntariado e depois estive 2 anos para arranjar estágio para a OPP.

Ana Félix com o traje académico, nos tempos da universidade

Fiz o meu estágio profissional para a OPP em 2020 e sou membro efetivo desde 2021.

Sou verdinha e nunca pensei estar a escrever-te já… Fiz o meu estágio como trabalhadora independente e hoje tenho a minha própria empresa. Para além disto e é o que me deixa mais feliz, à data tenho comigo uma equipa extraordinária, que me permite dar resposta a todos aqueles que nos procuram.

Ao longo destes anos tenho feito várias formações e neste momento estou a especializar-me e continuarei a fazê-lo o resto da minha vida (se nada mudar entretanto, mas eu aviso se mudar) em:

Sou uma apaixonada por estas áreas, porque elas fazem parte da minha experiência pessoal, porque elas surgiram no meu percurso profissional e quando achei que não conseguia apaixonei-me. Trouxeram-me pessoas lindas, que me ensinam a ser melhor pessoa todos os dias e que me incentivam a criar coisas bonitas.

E depois de tudo isto, espero que sejas bem vind@ e que te sintas bem por aqui. Sou só uma pessoa tal como tu. Uma normal estranha que só quer perceber como viver melhor todos os dias, perceber como é que a dança se dança à medida que a música vai tocando.

Ana Félix a sorrir e a fazer o sinal de rock com a mão, junto à placa do seu consultório
Ana Félix, especialista em Psicologia Clínica e da Saúde, fundadora da Ana Félix Psicologia em Aveiro

Sou uma apaixonada por estas áreas, porque elas fazem parte da minha experiência pessoal, porque elas surgiram no meu percurso profissional e quando achei que não conseguia apaixonei-me. Trouxeram-me pessoas lindas, que me ensinam a ser melhor pessoa todos os dias e que me incentivam a criar coisas bonitas.

E depois de tudo isto, espero que sejas bem vind@ e que te sintas bem por aqui. Sou só uma pessoa tal como tu. Uma normal estranha que só quer perceber como viver melhor todos os dias, perceber como é que a dança se dança à medida que a música vai tocando.

De uma coisa eu quero que tu tenhas a certeza, eu não vou desistir de ti e se vens ter comigo conta com trabalho, com persistência da minha parte e com um trabalho em equipa. Não te deixo para trás, mas também não te deixo sentar à sombra da bananeira. Tu és importante para mim e se é para ser é para ser…

Como é, vamos?

A normalidade existe
onde a anormalidade persiste

A normalidade existe onde a anormalidade persiste

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